Como tudo acabou ficando de pernas para o ar?

Olho minha casa e me assusto, imaginando quando fui tão descuidada e ficou tudo tão bagunçado, fora do lugar.

Roupas amontoadas na cadeira no canto do quarto, papéis em cima da mesa da sala, sapatos de ontem esquecidos perto da porta, a louça que parece que brota de dentro da pia, montanhas de roupas para passar.

Muitas vezes culpo a falta de tempo, a correria, mas quando me encaro de verdade percebo que essa bagunça reflete exatamente o que sinto por dentro.

Uma mistura muito confusa de emoções, sentimentos e energias.

Olho para minha casa e para mim mesma, respiro fundo e vou atrás daquele restinho de energia, no fundo de mim e começo primeiro arrumando a casa, as coisas ao meu redor.

A cada pedaço que organizo, cada canto que limpo, vou me preenchendo com mais energia, percebendo que o que arrumo por fora de alguma maneira, que não sei qual, vai me ajeitando também por dentro.

Me sinto, inexplicavelmente, mais tranquila, mais serena e mais feliz.

A cada passo a confiança cresce a certeza que cada coisa tem seu lugar e cada lugar tem suas coisas, tudo vai se arranjando, se arrumando e resolvendo.

Não é fácil, claro que não, temos que fazer um esforço danado para começar, mas dado o primeiro passo logo as coisas vão fluindo, a energia vai aumentando, a alegria de trabalho realizado vai crescendo e a tranquilidade e o foco, em nós mesmos, vai aparecendo.

Olho as coisas nos lugares, a casa ensolarada, a brisa do vento circulando livremente e me sinto em paz, com o coração batendo compassado.

E percebo que arrumar “a casa” só depende de mim e do meu esforço. E pode apostar vale muito a pena.

Agora mais confiante e mais esperançosa, vou tomar um longo banho, me vestir, me perfumar, ajeitar o cabelo, passar um batom e ir para a VIDA.

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