Há algum tempo aprendi, e fez muito sentido, que só vemos fora o que temos dentro, mas é algo que vira e mexe me provoca.

Principalmente naquelas situações em que pessoas me tiram do sério e vem o pensamento: como pode fulano fazer isso ou aquilo?!

Em seguida vem o meu “auditor interno” me censurando: julgamento! Que feio, ficar julgando por aí. Vai saber porque a pessoa está agindo assim?!

Afinal, no ponto de vista dela, ela está certa… Ninguém saí por aí fazendo coisas erradas por fazer.

Então, volto a me questionar e um lado solidário (a mim mesma) diz: isso não é um julgamento, é uma constatação, a pessoa fez porque fez, ou melhor, fez porque é!

É quando, explorando o incômodo mais profundamente, vem “a real”!

Se me incomodou tanto, que me fez cair nestas reflexões, é porque tem algo aqui dentro que eu preciso ver e não estou vendo.

Agora sim, finalmente, sai a pergunta certa: o que é que eu preciso ver que não estou vendo?

Quando chego neste ponto, agradeço pela oportunidade de ter acontecido o incômodo para que eu possa me conhecer e me melhorar mais um pouco.

Bendito “instrumento da minha evolução”!

Melhor seria chegar nesta etapa sem passar pelas anteriores

As vezes consigo, mas ainda, somente “as vezes”.

Em alguns casos, passo por vários incômodos ou situações, referentes ao mesmo assunto, como numa espiral, até conseguir “me tocar”.

O que está em mim, gritando para ser curado e bloqueado, que reflito no outro e faço que não sei de nada?!

Tão bobo isso, mas tão humano e verdadeiro! Fugir de mim mesma, ocultar partes que não quero tratar.

Quando vem a cura é tão bom

E se é assim tão bom, quero criar o habito de sempre questionar o que estou refletindo no outro.

Isso é tão libertador, um novo mundo se abre, e com muito auto-amor e compaixão consigo trabalhar a respeito.

Sacada de ouro

Estando com pessoas, buscadoras de autoconhecimento, me faz querer sempre mais.

Grupos de pessoas que trabalham a evolução do ser têm me ajudado!

Pessoas que estão na mesma busca de alta performance, que apontam caminhos que já passaram e que transbordam insights e reflexões.

Bom demais estar com elas e perceber que hoje estou melhor que ontem. Bom demais estar conectada a pessoas, em tribos… Isso é vida!

CONTE SUA HISTÓRIA PARA A MARIA TE VIU!

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