Impressionante como tem épocas que parece que tudo está trocando de lugar, ficando diferente.

Se você é como eu mais enraizada, que não anda atrás de adrenalina e novidade o tempo todo, deve saber do que estou falando.

Tudo parece caminhar em uma rotina, claro sem muita monotonia, mas sabemos onde estamos, onde as pessoas estão e o que acontece no dia a dia.

Claro que temos novidades e surpresas, mas dentro de um contexto que conhecemos.

E aí sem mais nem menos, sem nenhum aviso um ciclo acaba, tudo muda e às vezes até demoramos a perceber esse término. Podem ser pequenas ou radicais, aparecem sem dar dicas que vem vindo.

Mudanças são necessárias para nosso crescimento, mas vamos combinar às vezes são muitas e ao mesmo tempo. Nossa adaptação é necessária.

Elas acontecem em varias situações: uma separação amorosa, o fim de um casamento, a perda de um ente querido, ter um filho, filhos que casam, filhos casados que vão morar muito longe, (aqui em casa foram 3, só nesse ultimo mês), emprego novo, mudar de casa, perder a casa, acidentes que deixam lesões permanentes ou temporárias, e tantas outras que poderia citar.

Todas ou quase todas trazem consigo um período de luto, de repensar e se achar nas mudanças.

São Fechamentos de Ciclos!

Tenha certeza que assim como o fim de um ciclo pode ser doloroso, o começo de outro, mesmo trazendo ansiedade e insegurança, é uma renovação, é um recarregar de baterias, e devemos estar sempre nos colocando à disposição dessas novas energias e das mudanças.

Nem sempre temos controle sobre o que acontece, a certeza é que teremos de lidar com o que vier.

E porque não lidar de peito aberto, com vontade, com alegria, as vezes com resignação, o negócio é seguir em frente.

A percepção do fim de um ciclo deve trazer o prazer de tê-lo vivido, podido sorrir com ele, chorar, ter aprendido, de seguirmos em frente, crescermos e amadurecermos.

Para frente é que se Vive

O novo é diferente e com ele trás sempre infinitas possibilidades.

Recomendo a leitura do livro “Quem mexeu no meu queijo” de Ken Blanchard. 

Que descreve muito bem duas formas de lidar com as novidades. 

Arranjar soluções ou ficar sentado reclamando do que já mudou.

 

Não Importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você. 

(Jean Paul Sartre)

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